Autoestima |
| Postado por ANETE DE LOURDES BLEFARI (39435) em 25/01/2010 às 20:16 |
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Adaptado do texto de Ramy Arany
instituto KVT
Nossa educação, de forma geral, não nos desenvolve para a postura de amor perante nós mesmos.
Autoestima é o amor que manifestamos a nós mesmos e que necessita ser guardado, nutrido, protegido, amado por “nós mesmos” em relação a “nós mesmos”.
Somos ensinados a amar o outro, cuidar do outro, proteger o outro, nos colocando sempre à parte deste processo amoroso como se nosso interno, não fosse um “ser” que necessita de amor, de cuidados.
É comum as pessoas se espantarem ao tomar conhecimento de que é necessário amar a si mesmo, se querer bem, se elogiar, se prestigiar, se proteger, se impulsionar, se dar forças, se perdoar.
Por que não direcionar esta grande capacidade amorosa e nutridora para dentro e para fora de si?
É fundamental desenvolver uma percepção interna e um amadurecimento sobre nossa auto-imagem, pois a auto-estima se encontra diretamente ligada a auto-imagem.
Se nos achamos fisicamente bonitos, temos uma auto-imagem desta forma; se nos achamos inteligentes, temos uma auto-imagem desta forma; se nos achamos incompetentes, temos uma auto-imagem correspondente e, assim, vamos gestando uma auto-imagem relacionada com o que pensamos ou achamos que somos.
Nossa auto-imagem é conseqüência de nossa auto-estima, porém, ocorrendo também o inverso.
Quando não nos aceitamos criamos grandes transtornos e sofrimentos formando uma auto-imagem negativa e manifestando uma baixa auto-estima e assim nos auto-rejeitamos.
Isto acontece com a forma como nos tratamos, pois muitas vezes somos pacientes, tolerantes e relevantes para com as dificuldades dos outros, porém nos manifestamos completamente ao contrário quando nos percebemos nesta situação.
Se somos capazes de tolerar o outro, por que não nos toleramos da mesma forma? Se aceitamos os erros dos outros e chegamos a perdoá-los, por que não nos perdoamos?
A não aceitação de si mesmo leva ao não acolhimento, ao não perdão de si mesmo, conseqüentemente, a uma auto-estima muito superficial e dual.
A não aceitação de si mesmo leva ao não acolhimento, ao não perdão de si mesmo, conseqüentemente, a uma auto-estima muito superficial e dual.
PERDOAR NÃO É DIZER: “EU ME PERDÔO!” Perdoar é aceitar a si mesmo em todos os momentos, mesmo que tenhamos cometido o maior erro de nossa vida, onde, a partir desta auto-aceitação, nos é possível chegar ao auto-acolhimento que é a verdadeira auto-estima.
A verdadeira auto-estima é construída passo a passo no dia-a-dia, não sendo, portanto, pronta nem perfeita.
Acolher a si mesmo nos momentos de alegria é sempre mais fácil.
A verdadeira auto-estima é construída passo a passo no dia-a-dia, não sendo, portanto, pronta nem perfeita.
Acolher a si mesmo nos momentos de alegria é sempre mais fácil.
Quando somos conscientes que devemos sempre nos acolher, sejam quais forem as situações que nos envolvam, construímos nossa verdadeira auto-estima, pois o acolhimento nos traz o auto-amor, auto-cuidado, para nos nutrir, para nos guardar.
VoltarConstrua a verdadeira auto-estima, diariamente
Sustente todos os dias a prática da auto-aceitação para o reconhecimento de si mesmo.
Ame-se como você é.
Seja lúcido de suas limitações e as aceite como sendo partes de seu crescimento e amadurecimento interno.
Construa uma existência fundamentada no reconhecimento de si mesmo e no ser verdadeiro consigo mesmo, com o outro e com o todo.
Construa uma existência fundamentada no reconhecimento de si mesmo e no ser verdadeiro consigo mesmo, com o outro e com o todo.
Construa a verdadeira auto-estima, diariamente
Manifeste diariamente a verdadeira auto-estima para que haja sua continuidade.
Lembre-se de que a verdadeira auto-estima começa na transformação interna de suas dificuldades consigo mesmo e que, portanto, somente você pode desenvolvê-la.
A verdadeira auto-estima necessita do trabalho interno de sua construção que deve ser contínua, pois do contrário irá fragmentar-se e não terá força de ancoragem, onde sua tendência é desaparecer e abrir o espaço para o desamor consigo mesmo.
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